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22 de fevereiro de 2017

Infantes com zika vírus tem sério risco de perda auditiva

Segundo estudo brasileiro, recém nascidos com zika vírus podem sofrer de perda auditiva. Testes realizados com recém nascidos, comprovaram que perda auditiva entre eles é de 6%, ou seja, seis vêzes a mais comparado ao padrão normal.

Infantes com zika vírus tem sério risco de perda auditiva

É conhecido por muitos que perda auditiva pode ocorrer por diversos fatores, como por exemplo infecções congênitas como a rubéola, herpes simples, e sífiles,c omo também  em recém nascidos infectados por zika vírus.

Num total, quatro entre 60 bebês testados (5,8%) , segundo estudo, mostraram sinais de perda auditiva durante o período de  realização do estudo. Normalmente, apenas 1 entre 1000 recém nascidos  sofre de perda auditiva. Desse modo, zika vírus aumenta o risco de perda auditiva seis vêzes mais comparado ao padrão normal.

Em decorrência da correlação entre zika vírus e risco de perda auditiva, todos os bebês nascidos de mulheres com esse vírus  tiveram que ser testados para ver se as habilidades deles tinham sido afetadas pela infecção da mãe.

Os pesquisadores testaram o limite auditivo dos bebês com um determinado método para prever se as habilidades dos mesmos haviam sido prejudicadas pelo zika vírus. Segundo o estudo, o limite auditivo dos bebês foi considerado mais de 25 decibéis (dB) abaixo do nível normal de audição.

O estudo foi constituído de dois testes com um intervalo de um mês. Os  resultados dos testes in-fantis, em ambos os casos, foram atípicos, ou seja, com perda auditiva diagnosticada.

Sobre o estudo

O estudo foi realizado por Mariana C. Leal, professora de otorrinolaringologia da Universidade Federal de Pernambuco, no Brasil, no período entre novembro de 2015 e maio de 2016 incluindo 70 infantes de 0 a 10 mêses com diagnóstico positivo de zika vírus e mcrocefalia.

Microcefalia é uma enfermidade em que o cérebro não se desenvolve corretamente, resultando pois em um problema físico, ou seja, a cabeça do bebê apresenta-se menor do que o padrão nor-mal.

Fontes:www.healio.com/, www.cdc.gov/

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