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04 de outubro de 2012

Migrane pode ser um risco para perda auditiva

Pessoas que sofrem de migrane(enxaqueca) têm um alto risco desenvolver perda auditiva, dados de uma pesquisa feita.

Migrane pode ser um risco para perda auditiva

Pessoas que sofrem de migrane (enxaqueca) são mais vulneráveis a redução de  Emissões Otoacústicas (EOA)  o que é um indicador de disfunção no processamento auditivo que pode levar a perda auditiva, segundo estudos feitos.

Aproximadamente de 2/3 dos pacientes dos que sofrem de migrânia mostraram uma  ou mais anomalias na avaliação eletrofisiológica, apesar dessas pessoas terem sido classificadas como tendo um nível normal de audição.

Os sintomas de disfunção auditiva conhecida como fonofobia( intolerância anormal aos sons ou barulhos) e tinnitus  estão presentes  em 20,7% e 1,.8% dos indivíduos, respectivamente.
Traçando um paralelo com o grupo de controle, pacientes com migrâneas demonstraram ter uma considerável redução de amplitude das emissões otoacústicas transientes evocadas (OAE)na frequência de de 1 KHz, 3 KHz e 4 KHz. 

Mobilidade eletrônica

Eles  também têm uma significante redução  na amplitude da distorção da Emissôes Otoacústicas (OEA)  na frequência de  1 kHz, 2 kHz, 3 kHz, and 5 kHz.

As Emissões Otoacústicas (OEA) e Emissões Otoacústicas Evocados por Produto de Distorção (EOAPD) são geradas quando as células ciliadas do ouvido, as quais são responsáveis  pela amplicificação do som na cóclea, movem-se como resposta ao estímulo acústico, processo esse conhecido como mobilidade eletrônica.

“As emissões de otoacústica permitem uma avaliação cuidadosa  da função da cóclea, objetivando mudanças motoras dinâmicas que são responsáveis por uma significante perda auditiva ocasionada por causas diversa,” explica Sherifa Ahmad Hamed do Hospital UniversidadeAssiut, no Egito  (Assiut University Hospital, Egypt) e seus colegas.

“Pacientes com migrânia declaram ter uma prolongada latência de ondas III e I-V e latências absolutas de ABR em altas taxas de frequências  indicando uma disfunção central da audição.”

O relatório foi publicado na Revista Americana de Otorrinolaringologia (American Journal of Otolaryngology).

Fonte: www.news-medical.net

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