07 January 2019

Predominância elevada de deficiência auditiva na saúde e assistência social

Pessoas que trabalham na área de saúde e assistência social estão em risco de desenvolverem deficiência auditiva , aponta estudo.

A pessoa corre grande risco de desenvolver deficiência auditiva, caso trabalhe no setor de saúde e assistência social, mesmo que a indústria seja caracterizada com  baixa exposição de ruídos, revela estudo de um instituto de saúde e segurança do trabalho, nos Estados Unidos, National Institute for Occupational Safety and Health (NIOSH).

Setores de alto risco

Segundo o estudo, a predominância de se ter deficiência auditiva em área de saúde e setor de assistência social, nos Estados Unidos, era de 19%. E a prevalência de deficiência auditiva em subsetores de laboratórios médicos  era de 31% e 24% em todos outros diversos subsetores técnicos de saúde. Os que trabalham  no subsetor com cuidados infantil sofrem risco de 52%  mais elevado de ter deficiência auditiva do que na indústria citada. Esse é o subsetor com um dos mias elevados risco de deficiência auditiva. Os outros subsetores com risco mais elevado de deficiência auditiva são ambulatório, serviços de assistência médica, e outros serviços voltados para a saúde, setor de alimentação, serviços do lar, emergência e outros serviços assistenciais.

Sobre o estudo

O estudo avaliou testes auditivos de 1,4 milhões de trabalhadores americanos de 2003 a 2012, dentre os quais  8,702 mil trabalhavam com cuidados médicos e setor de assistência social.

O estudo “Prevalence of Hearing Loss among Noise-Exposed Workers within the Healthcare and Social Assistance Sector, 2003-2012” foi publicado na revista Journal of Occupational and Environmental Medicine.

Um outro estudo semelhante for realizado acerca da predominância de deficiência auditiva com exposição a ruído entre trabalhadores americanos, no setor da agricultura, picicultura, floresta, e caça de 2003 a 2012. O estudo revelou que trabalhadores desses setores estão também em alto risco de ter deficiência audtiva.

Fontes: www.ncbi.nlm.nih.gov e www.safetyandhealthmagazine.com

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